A resistência da embocadura de um trompista e do corpo em geral encontra-se diretamente relacionada com a energia disponível e a forma de tocar. É algo que se pode relacionar com um automóvel...

Como conduzir mais depressa maiores distâncias, consumindo menos combustível?

Por vezes é difícil compreender a articulação na trompa pois nem sempre o ritmo formado pela articulação equivale ao ritmo das notas. Algumas partituras possuem padrões simples de articulação, mas por vezes também alternância de frases longas e curtas...

Cantar é a melhor forma de compreender as articulações e para tal, dependendo da situação, geralmente uso três exercícios para o efeito.

Na Trompa tocamos com um bocal relativamente pequeno, numa extensão consideravelmente grande! Geralmente os trompistas puxam o maxilar para a frente para tocarem o registo grave. Neste vídeo exemplifico um exercício que gosto de fazer para ajudar a controlar o movimento do maxilar, que consiste em alternar 2 séries de harmónicos.

Uma das questões mais habituais dos principiantes da trompa costuma ser:

"Porque é que a trompa tem tantos tubos e como é possível tocar tantas notas utilizando apenas 3 chaves?"

Neste vídeo, explico as 7 posições da trompa, começando pelo comprimento dos tubos e depois com o nome de cada trompa.

Mudanças de registo na Trompa é algo que preocupa a maioria dos trompistas uma vez que, de alguma forma, é necessário mudar a embocadura. Felizmente alguns trompistas não necessitam de tantas mudanças mas a maioria de nós, comuns mortais, não se escapa de fazer mudanças. Este exercício de intervalos ajuda a controlar essas mudanças e dá aos alunos a possibilidade de identificar mais facilmente os diferentes intervalos.